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Fortaleza
Nossa Senhora dos Remédios – sua construção data de 1737,
edificada sobre as ruínas do pequeno reduto holandês construído
em 1629, é a maior das dez fortificações erguidas para a defesa
da ilha, já serviu como presídio e como quartel. Tombada em 1961 e
homenageada em selo pela ECT em 1975, de seus muros obtém-se linda
vista do molhe de pedras na Baía de Santo Antônio, das praias próximas
ao Morro do Pico.e da Vila dos Remédios. |
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Igreja
de Nossa Senhora dos Remédios – principal templo católico,
inaugurada em 1772, quando a Virgem dos Remédios foi tomada como
padroeira do presídio, tombada em 1981, restaurada em 1988,
revitalizada em 1997, adquirindo características identificadas na
iconografia existente. |
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Centro de Visitantes/Museu Aberto da Tartaruga Marinha
de Fernando de Noronha – situado na Al. do
Boldró, inaugurado em março de 1996, vem reunindo grande parte dos
turistas, especialmente à noite quando, a partir das 21:00h,
acontecem palestras que abordam temas marinhos, de segunda-feira a
domingo, tais como: Parque Nacional Marinho, Tartarugas Marinhas,
Golfinhos Rotadores, Atol das Rocas, Tubarões, Ilhas Oceânicas e
Mamíferos Marinhos, respectivamente. |
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Palácio
São Miguel – arquitetura eclética, com vitral da escola do
artista alemão Henri Moser e mobiliário de meados do século,
construído sobre as ruínas da diretoria do presídio, é a sede
administrativa do Distrito Estadual de Fernando de Noronha,
guardando em suas paredes evidências dessa edificação anterior.
Construído em 1947/8, tem à sua frente um monumento em homenagem
aos aviadores portugueses Gago Coutinho e Sacadura Cabral que
sobrevoaram o Atlântico em 1922. |
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Memorial
Noronhense/Espaço Cultural Américo Vespúcio – possui um
pequeno acervo de obras e documentos de valor histórico que abrange
todas as fases de descobrimento, abandono e ocupação definitiva da
ilha, instalado numa construção do século XIX, restaurada em 1998
e o Arquivo Histórico Noronhense contendo documentos da colônia
correcional, do presídio político e do território federal. |
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Museu
do Tubarão - Funcionando no NPO - Núcleo de Pesca Oceânica, o
Museu do Tubarão possui um variado acervo onde é possível se
aprender muito sobre esses animais. E ao final da visita ainda se
pode experimentar o famoso Tubalhau, ou bolinho de tubarão, uma
deliciosa iguaria local. |
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Parque
de Sant’Ana – localizado acima da praia do Cachorro, é
incerta a data de sua construção, embora já apareça em planta de
1789, tendo sido usado pelo destacamento da Marinha no início do século
passado, daí também os nomes de Reduto, Arsenal ou Armamento.
Sobre suas muralhas os presos salgavam peixes, chamando-o
popularmente de Salgueiro, integra atualmente o Terminal Turístico,
com feirinhas típicas. |
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Espaço
Cultural Air France – das três edificações datadas de 1927,
restou apenas uma que foi restaurada em 1988, abriga a Associação
de Artistas e Artesãos Noronhenses, tendo servido de apoio à
navegação aérea francesa a partir da década de 20, com a instalação
da Compagnie Generale Aeropostale, antecessora da Air France. |
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Ponte
do Século XVIII – situada numa área aprazível denominada
Jardim Elizabeth, onde foram feitos experimentos agrícolas em vários
períodos históricos, ponte de pedra do século XVIII construída
sobre o leito seco do riacho Mulungu, delimitada por monumentais
pilastras, com bancos para descanso. |
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Aldeia
dos Sentenciados/Antigo Presídio Feminino – edificação de
grandes proporções que ainda não foi objeto de restauração e
adequação a novo uso, é o último exemplar do regime carcerário
que funcionou na ilha de 1737 a 1938. |
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Forte
de Santo Antônio – sua construção data de 1737, situado
perto do Porto, é a primeira das fortificações no Mar de Dentro.
Tem a forma de um quadrilátero irregular, montando dez peças,
desarmado e abandonado em 1876. |
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Forte
de São José do Morro – considerado o Forte mais conservado,
construído numa ilha em frente ao Porto de Santo Antônio,
comunica-se com ela por meio de arrecifes por se situar fora da ilha
principal. |
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Forte
de São Pedro do Boldró – com formato de um trapézio e
acesso por ponte levadiça, construído no século XVIII, fica entre
a praia do Americano e a praia do Bode. Atualmente reincorporado aos
roteiros turísticos foi, em 1992, objeto de intervenção na linha
de Educação Patrimonial. |
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Forte
Nossa Senhora da Conceição – fortificação mais próxima do
mar, perto da ilhota da Conceição, data de 1737, tem forma de trapézio.
Do final do século passado até 1938 uma parte do Forte foi
transformada em hospital. |
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Forte
de São Joaquim do Sueste – guardando a entrada da baía
Sueste, tem a forma de um quadrado, foi construído em 1739,
restaurado em 1846, hoje bastante danificado. |
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Forte
de São João Baptista dos Dois Irmãos – situado acima do
Morro Dois Irmãos, construído em 1737, é a fortificação mais
alta em relação ao mar e tem a forma de um trapézio. Por ocasião
da II Guerra Mundial parte de seu material foi retirado para a
edificação de uma das baterias antiaéreas nas proximidades. |
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Forte
do Bom Jesus do Leão – tem a forma de um pentágono, situado
na parte da ilha voltada para a África, construído em 1778,
restaurado em 1864, encontra-se atualmente bastante danificado. Dele
só restam cerca de 13 peças enterradas na areia e parte dos seus
canhões foi retirada e usada em outros locais da ilha. |
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Forte
ou Fortim de Sta. Cruz do Pico – a data de sua construção é
incerta mas em meados do século passado, uma avalanche do Morro do
Pico o destruiu quase que completamente. |
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Capela
Quixaba – localizada na Vila do
mesmo nome ao lado do antigo aldeamento de presos de mau
comportamento. |
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Capela
de São Pedro dos Pescadores – pequena capela do século XX,
é um verdadeiro mirante que possibilita a contemplação do
encontro entre o Mar de Dentro e o de Fora e as ilhas secundárias. |
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Hotel
Esmeralda – próximo ao Boldró, instalado na antiga base
americana do Posto de Observações de Teleguiados. |
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Hotel
de Trânsito da Aeronáutica – serviu de residência do
governo militar. |
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Banco
Real – restaurado em 1988 para abrigar o estabelecimento bancário
da ilha, no prédio funcionava a primeira escola de Noronha. |
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